Quinta-feira, Julho 30, 2009
Quarta-feira, Junho 03, 2009

DYKETMASTER INGRESSOS ANTECIPADOS - 25$ - 40$
gamboa viagens tel: 31514865 / 82136808 - av. paulista, 2518 - cj. 12
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ginga brasilis tel: 30794338 - rua joão cachoeira, 632 - cj. 61
Terça-feira, Junho 02, 2009
Shii, wii pra mulher. Vamos fazer a versao Biii?
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Sexta-feira, Maio 15, 2009
I also forgive u, pussy!
Terça-feira, Abril 28, 2009
Domingo, Abril 05, 2009
ai vem
REBUCETAGEM
ou
NOSTALGAYA
Isso é de 2004. Eu gosto mais agora do que quando postei, tinha acabado de ler tardiamente Paixão Segundo G.H.. Hoje eu entendo mais o que escrevi na época. Acabei de voltar de Huskisson, onde passei 4 dias só tomando banho de mar, sem usar shampoo, sendo feliz mais uma vez. Não consigo pentear meu cabelo, tenho um dreadlock natural na nuca. Fiz Josefina, a sereia d'areia. Amanhã posto uma foto dela. As livrarias aqui estão contaminadas de Paulo Coelho. O único livro brasileiro que achei em inglês e que não era PC foi do Luis Fernando Veríssimo. Dei de presente. Fala de Porto Alegre já na primeira página. Aeeee gauchada.
"CLARICE LISPECTREMAN
(A Escritora e seus Monstros)
Joana lavava a louça de dobradinha. Todo o sábado era a mesma coisa, os colegas de trabalho do marido na Viação vinham almoçar e confraternizar. Estrangeira, nascida no leste, embora tenha sido criada no Brasil, dona Clarice nunca entendeu direito aquele evento. Participava, era sua função social, mas no fundo não pegava muito bem o sentido da coisa.
No finzinho da louça sai do ralinho entre legumes com sabão, uma barata. Susto, Clarice solta um prato, que quebra e paralisa. A barata paralisa. O tempo paralisa. Olham-se, estratégicas, em dúvida, espera e co-dependência. Clarice, a barata, Clarice.
- Não adianta lavar a louça, a cozinha, a casa, a alma, eu venho dos cantos que você não enxerga e espalho minha imundicie por onde você não alcança. Quem sou eu?
Clarice em silêncio olha fixamente o inseto. Move o caco de prato na mão direita e, num momento quase inexistente, o deposita sobre a barata, no meio dela, cortando-a, mas não matando, fazendo verter seu interior. Clarice em silêncio olha a massa branca e se vê nela, no detergente, na dobradinha, no mármore gasto da pia, no marido ausente, na empregada que não veio, nos armários de toda a casa, em todos os armários do mundo, tudo feito da mesma coisa, todos a mesma matéria, a mente uma corrente circulatória do ser que é o mundo. E ela não sendo o tempo inteiro.
- Você sou eu.
- Meu nome é Gregor Helen Palmer, mas pode me chamar de G.H. Sou você, sim, mas o você que não viveu.
- E eu nem quero que viva, não quero saber, não tenho mais tempo de mudar, volte para o seu ralinho e me deixe em paz com estes restos de intestino de boi.
- Não adianta fugir de mim. Eu sempre estarei aqui, no escuro, no ralo da sua existência.
- Não! Suma!
- Eu posso sumir, mas não deixar de existir.
- Não!!
- Não adianta. Você não é mais cega, Joana.
- Suma!
- Não!
- Sim!
- Não!
- Suuuuuuuuuumaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!
Desesperada, Clarice coloca as mãos na cabeça, encolhe, agarra os cabelos, começa a tremer, suar, chorar, aflorar de si mesma. Suas roupas se rompem, um grito não acaba e ela começa a crescer, crescer, ultrapassar os limites da casa, romper paredes, teto, transformar-se num monstro sobre a cidade. Ainda tonta, lembra-se da barata, olha para ela que começa a crescer de dentro do ralinho, tornar-se outro monstro gigante jogando sua sombra oval sobre a cidade.
Olham-se, estratégicas. Em silência. A barata inspira fundo e começa a inflar o peito, como que carregando uma arma fantástica de monstro japonês, infla o peito e arremessa na cara de Clarice um jorro de massa branca, a verdade sobre ela própria, a falta de sentido da sua vida.
Arrasada, Clarice se prostra no chão coberta da gosma branca. A luz que ainda brilhava em seu coração e a impelia para as enfadonhas obrigações do que ela achava que era a vida, sem nem perceber que só tinha uma, a luz que ainda brilhava começa a piscar. Um alerta de alguém que morreu por dentro. Clarice sobreviveria à própria consciência? Clarice sobreviveria ao encontro consigo mesma?
(música pop japonesa)
De repente, Clarice começa a levantar a cabeça como se recobrasse forças. Cambaleante, ergue-se, erege-se, equilibra-se, olha a barata com olhos amargos e sem inocência - eles nunca mais terão a inocência que a fazia tão bonita – e dispara:
- “A energia da terra precisa ser renovada. as idéias novas precisam de espaço. O corpo e alma precisam de novos desafios. O futuro bate à nossa porta, e todas as idéias - exceto as que envolvem preconceitos - terão chance de aparecer. O que for importante, ficará; o que for inútil, desaparecerá. Mas que cada um julgue apenas as próprias conquistas: não somos juizes dos sonhos de nosso próximo.”
A barata faz um olhar confuso.
- O quê????
Clarice dispara novamente:
- "Existe uma obra de arte que nos foi destinada a criar. Ela é o ponto central de nossa vida, e - por mais que tentemos nos enganar - sabemos como é importante para a nossa felicidade. Geralmente esta obra de arte está coberta por anos de medos, culpas, indecisões. Mas, se decidirmos tirar essas aparas, se não duvidarmos da nossa capacidade, somos capazes de levar adiante a missão que nos foi designada.
E esta é a única maneira de viver com honra."
A barata revela um olhar de pânico:
- Paulo Coelho????????????????
Clarice avança disparando, a barata recua apavorada, emitindo sons ultrasônicos, contorcendo as antenas, tentando proteger-se com as próprias asas.
- “Um dos mais poderosos exercícios de crescimento interior consiste em prestar atenção às coisas que fazemos automaticamente - como respirar, piscar os olhos ou reparar nas coisas à nossa volta. Sempre que fazemos isso permitimos que nosso cérebro trabalhe com mais liberdade - sem a interferência de nossos desejos. Dessa maneira, certos problemas, que pareciam insolúveis, terminam sendo resolvidos, certas dores, que julgávamos insuperáveis, terminam se dissipando sem esforço.”
A barata grita:
- Paulo Coelho não!!!!!!!!!!!!
A barata cai sobre a cidade, destruindo prédios, coberta de massa branca. Clarice a observa por um momento. Imóvel. Clarice limpa o suor do rosto, vira as costas e anda lentamente em direção ao futuro, ao seu místico futuro. Mas a barata meio ressuscitada abre um de seus olhos, vira-se em silêncio, levanta-se por trás da heroína alheia e começa a encher novamente o peito, engatilhando o derradeiro ataque. É quando Clarice vira-se rápida como um raio, como uma revelação sobre a existência, e dispara:
- Maktub!
E a barata cai morta. "
REBUCETAGEM
ou
NOSTALGAYA
Isso é de 2004. Eu gosto mais agora do que quando postei, tinha acabado de ler tardiamente Paixão Segundo G.H.. Hoje eu entendo mais o que escrevi na época. Acabei de voltar de Huskisson, onde passei 4 dias só tomando banho de mar, sem usar shampoo, sendo feliz mais uma vez. Não consigo pentear meu cabelo, tenho um dreadlock natural na nuca. Fiz Josefina, a sereia d'areia. Amanhã posto uma foto dela. As livrarias aqui estão contaminadas de Paulo Coelho. O único livro brasileiro que achei em inglês e que não era PC foi do Luis Fernando Veríssimo. Dei de presente. Fala de Porto Alegre já na primeira página. Aeeee gauchada.
"CLARICE LISPECTREMAN
(A Escritora e seus Monstros)
Joana lavava a louça de dobradinha. Todo o sábado era a mesma coisa, os colegas de trabalho do marido na Viação vinham almoçar e confraternizar. Estrangeira, nascida no leste, embora tenha sido criada no Brasil, dona Clarice nunca entendeu direito aquele evento. Participava, era sua função social, mas no fundo não pegava muito bem o sentido da coisa.
No finzinho da louça sai do ralinho entre legumes com sabão, uma barata. Susto, Clarice solta um prato, que quebra e paralisa. A barata paralisa. O tempo paralisa. Olham-se, estratégicas, em dúvida, espera e co-dependência. Clarice, a barata, Clarice.
- Não adianta lavar a louça, a cozinha, a casa, a alma, eu venho dos cantos que você não enxerga e espalho minha imundicie por onde você não alcança. Quem sou eu?
Clarice em silêncio olha fixamente o inseto. Move o caco de prato na mão direita e, num momento quase inexistente, o deposita sobre a barata, no meio dela, cortando-a, mas não matando, fazendo verter seu interior. Clarice em silêncio olha a massa branca e se vê nela, no detergente, na dobradinha, no mármore gasto da pia, no marido ausente, na empregada que não veio, nos armários de toda a casa, em todos os armários do mundo, tudo feito da mesma coisa, todos a mesma matéria, a mente uma corrente circulatória do ser que é o mundo. E ela não sendo o tempo inteiro.
- Você sou eu.
- Meu nome é Gregor Helen Palmer, mas pode me chamar de G.H. Sou você, sim, mas o você que não viveu.
- E eu nem quero que viva, não quero saber, não tenho mais tempo de mudar, volte para o seu ralinho e me deixe em paz com estes restos de intestino de boi.
- Não adianta fugir de mim. Eu sempre estarei aqui, no escuro, no ralo da sua existência.
- Não! Suma!
- Eu posso sumir, mas não deixar de existir.
- Não!!
- Não adianta. Você não é mais cega, Joana.
- Suma!
- Não!
- Sim!
- Não!
- Suuuuuuuuuumaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!
Desesperada, Clarice coloca as mãos na cabeça, encolhe, agarra os cabelos, começa a tremer, suar, chorar, aflorar de si mesma. Suas roupas se rompem, um grito não acaba e ela começa a crescer, crescer, ultrapassar os limites da casa, romper paredes, teto, transformar-se num monstro sobre a cidade. Ainda tonta, lembra-se da barata, olha para ela que começa a crescer de dentro do ralinho, tornar-se outro monstro gigante jogando sua sombra oval sobre a cidade.
Olham-se, estratégicas. Em silência. A barata inspira fundo e começa a inflar o peito, como que carregando uma arma fantástica de monstro japonês, infla o peito e arremessa na cara de Clarice um jorro de massa branca, a verdade sobre ela própria, a falta de sentido da sua vida.
Arrasada, Clarice se prostra no chão coberta da gosma branca. A luz que ainda brilhava em seu coração e a impelia para as enfadonhas obrigações do que ela achava que era a vida, sem nem perceber que só tinha uma, a luz que ainda brilhava começa a piscar. Um alerta de alguém que morreu por dentro. Clarice sobreviveria à própria consciência? Clarice sobreviveria ao encontro consigo mesma?
(música pop japonesa)
De repente, Clarice começa a levantar a cabeça como se recobrasse forças. Cambaleante, ergue-se, erege-se, equilibra-se, olha a barata com olhos amargos e sem inocência - eles nunca mais terão a inocência que a fazia tão bonita – e dispara:
- “A energia da terra precisa ser renovada. as idéias novas precisam de espaço. O corpo e alma precisam de novos desafios. O futuro bate à nossa porta, e todas as idéias - exceto as que envolvem preconceitos - terão chance de aparecer. O que for importante, ficará; o que for inútil, desaparecerá. Mas que cada um julgue apenas as próprias conquistas: não somos juizes dos sonhos de nosso próximo.”
A barata faz um olhar confuso.
- O quê????
Clarice dispara novamente:
- "Existe uma obra de arte que nos foi destinada a criar. Ela é o ponto central de nossa vida, e - por mais que tentemos nos enganar - sabemos como é importante para a nossa felicidade. Geralmente esta obra de arte está coberta por anos de medos, culpas, indecisões. Mas, se decidirmos tirar essas aparas, se não duvidarmos da nossa capacidade, somos capazes de levar adiante a missão que nos foi designada.
E esta é a única maneira de viver com honra."
A barata revela um olhar de pânico:
- Paulo Coelho????????????????
Clarice avança disparando, a barata recua apavorada, emitindo sons ultrasônicos, contorcendo as antenas, tentando proteger-se com as próprias asas.
- “Um dos mais poderosos exercícios de crescimento interior consiste em prestar atenção às coisas que fazemos automaticamente - como respirar, piscar os olhos ou reparar nas coisas à nossa volta. Sempre que fazemos isso permitimos que nosso cérebro trabalhe com mais liberdade - sem a interferência de nossos desejos. Dessa maneira, certos problemas, que pareciam insolúveis, terminam sendo resolvidos, certas dores, que julgávamos insuperáveis, terminam se dissipando sem esforço.”
A barata grita:
- Paulo Coelho não!!!!!!!!!!!!
A barata cai sobre a cidade, destruindo prédios, coberta de massa branca. Clarice a observa por um momento. Imóvel. Clarice limpa o suor do rosto, vira as costas e anda lentamente em direção ao futuro, ao seu místico futuro. Mas a barata meio ressuscitada abre um de seus olhos, vira-se em silêncio, levanta-se por trás da heroína alheia e começa a encher novamente o peito, engatilhando o derradeiro ataque. É quando Clarice vira-se rápida como um raio, como uma revelação sobre a existência, e dispara:
- Maktub!
E a barata cai morta. "
Quinta-feira, Abril 02, 2009
REBUCETAGEM, aka NOSTALGAYA
Direto da trompa de falópio do tempo, 2003.
"MINUTOS DE SAPATARIA
Eu tenho um poster da simone em tamanho natural colado na parede da minha edícula.
Fiz uma marca de beijo com baton na bocadela.
Eu queria ser ela, ou dela, nunca sabemos a diferença.
Eu compro roupas brancas sempre que posso mas é difícil manter as barras e punhos limpos, porque só tenho dinheiro pra comprar sabão brilhante.
Mas faço minhas próprias versões de suas músicas e canto no pride olhando nos olhos do meu amor, meu cheirinho.
ó:
pode se descabelar e mutilar
pode até gritar
que eu tô cagando
pode dizer que me ama
que a gente se dá bem na cama
que eu tô cagando
pica minhas fotos de ex
corta os pulsos de uma vez
que eu to cagando
rasga logo a camiseta com meu nome
diz que vai até dar pra um home
vai lá
pode se esgoelar
porque eu tô cagando...
___
Mas o meu sonho é cantar a da cigarra e fazer o som do sississisisi com a minha genitália. "
Direto da trompa de falópio do tempo, 2003.
"MINUTOS DE SAPATARIA
Eu tenho um poster da simone em tamanho natural colado na parede da minha edícula.
Fiz uma marca de beijo com baton na bocadela.
Eu queria ser ela, ou dela, nunca sabemos a diferença.
Eu compro roupas brancas sempre que posso mas é difícil manter as barras e punhos limpos, porque só tenho dinheiro pra comprar sabão brilhante.
Mas faço minhas próprias versões de suas músicas e canto no pride olhando nos olhos do meu amor, meu cheirinho.
ó:
pode se descabelar e mutilar
pode até gritar
que eu tô cagando
pode dizer que me ama
que a gente se dá bem na cama
que eu tô cagando
pica minhas fotos de ex
corta os pulsos de uma vez
que eu to cagando
rasga logo a camiseta com meu nome
diz que vai até dar pra um home
vai lá
pode se esgoelar
porque eu tô cagando...
___
Mas o meu sonho é cantar a da cigarra e fazer o som do sississisisi com a minha genitália. "
Quarta-feira, Abril 01, 2009
vae inaugurando a sessão
REBUCETAGEM
também conhecida como
NOSTALGAYA
ou quando a gente tá tão cheia de hormônios que os dedos só digitam bem-casados, vamos reciclar o que já foi escrito nesse blog há seis anos.
primeiro post da série foi escrito por mim. não sei direito por que, eu provavelmente tava drunk and broadcasting já em 2003. direto da trompa de falópio do tempo.
"oigente
aí ontem eu fiz até mímica na frente da pretê, não acham que eu tô evoluída?
eu consegui extrair paraíso de costela e se não estivessem sacaneando demais nos nomes dos filmes, e se o time delas não tivesse umas 15 pessoas a mais que o nosso, se elas não gritassem tanto, se não tivesse tanto tomate naquela pizza, se a verti fosse uma pessoa normal, se a shhh não tivesse gestos etéreos, se a jelly tomasse o remédio direitinho, se a blum tagarelasse, se minha calça não estivesse caindo, a gente teria rido menos.
gastei tudo o que podia do meu célebro escrevendo pra propaganda hoje de manhã, até parece que eles me pagam pra isso.
mas eu queria dizer que assim que eu puder, mudo de ramo.
minha sócia barbie tem me ajudado muito enquanto pessoa no sentido de desenvolver nosso projeto do salão de manicure Lesbianails Dedo de Moça, especializado em unhas curtas.
primeiro a gente ficou superfeliz porque pensou no tanto de esmalte que iria economizar. depois me preocupei porque a gente vai gastar muito de lixa. mas são issues de logística que a gente resolve com o tempo. agora estou concentrada na confecção de pochetes para guardar esmaltes e na fabricação de potinhos pra por unhas de molho em formatos especiais.
o que vcs acham disso tudo? vamos debater algumas questões importantes?
vocês preferem vermelho gabriela, colorama incolor ou misturinha?
quando vc arranca a cutícula com a boca, vc cospe ou engole? "
e só pra situar visualmente, oh my fucking goddess our hair!

REBUCETAGEM
também conhecida como
NOSTALGAYA
ou quando a gente tá tão cheia de hormônios que os dedos só digitam bem-casados, vamos reciclar o que já foi escrito nesse blog há seis anos.
primeiro post da série foi escrito por mim. não sei direito por que, eu provavelmente tava drunk and broadcasting já em 2003. direto da trompa de falópio do tempo.
"oigente
aí ontem eu fiz até mímica na frente da pretê, não acham que eu tô evoluída?
eu consegui extrair paraíso de costela e se não estivessem sacaneando demais nos nomes dos filmes, e se o time delas não tivesse umas 15 pessoas a mais que o nosso, se elas não gritassem tanto, se não tivesse tanto tomate naquela pizza, se a verti fosse uma pessoa normal, se a shhh não tivesse gestos etéreos, se a jelly tomasse o remédio direitinho, se a blum tagarelasse, se minha calça não estivesse caindo, a gente teria rido menos.
gastei tudo o que podia do meu célebro escrevendo pra propaganda hoje de manhã, até parece que eles me pagam pra isso.
mas eu queria dizer que assim que eu puder, mudo de ramo.
minha sócia barbie tem me ajudado muito enquanto pessoa no sentido de desenvolver nosso projeto do salão de manicure Lesbianails Dedo de Moça, especializado em unhas curtas.
primeiro a gente ficou superfeliz porque pensou no tanto de esmalte que iria economizar. depois me preocupei porque a gente vai gastar muito de lixa. mas são issues de logística que a gente resolve com o tempo. agora estou concentrada na confecção de pochetes para guardar esmaltes e na fabricação de potinhos pra por unhas de molho em formatos especiais.
o que vcs acham disso tudo? vamos debater algumas questões importantes?
vocês preferem vermelho gabriela, colorama incolor ou misturinha?
quando vc arranca a cutícula com a boca, vc cospe ou engole? "
e só pra situar visualmente, oh my fucking goddess our hair!

Segunda-feira, Março 09, 2009
"Robô programado para amar tem ataque obsessivo
Postado por Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br em 09/03/2009 10:51
Blog: Notícias
adicionar comentário Comment
Máquina abraçava sua vítima repetidamente, enquanto se declarava com sons estranhos
Por Stella Dauer
Um robô programado para simular emoções humanas agiu fora do normal após passar um dia com uma pesquisadora e tentar evitar que ela fosse embora, bloqueando a porta de passagem e exigindo abraços.
Kenji, um robô da Robotic Akimu, empresa ligada à Toshiba, foi programado para emular todo tipo de emoção humana, inclusive o amor. Após uma assistente de pesquisa passar vários dias com o robô para estudar seu comportamento e instalar novas rotinas de aplicativos, este acabou perdendo o controle de si. Em um desses dias, quando a mulher tentou ir embora, se surpreendeu ao encontrar Kenji na porta que dava passagem para a saída. Além de se recusar a desbloquear a passagem, o robô começou a abraçar a assistente de pesquisa repetidamente.
A mulher só pode sair após pedir socorro por telefone a outros membros da equipe que estavam fora da sala. Eles conseguiram desligar o robô pelas suas costas e só então o sufoco passou. O site CrunchGear relata que, além dos abraços, Kenji expressava seu amor pela vítima com barulhos animalescos.
De acordo com o site Geekologie o Dr. Takahashi, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, anunciou que Kenji deve ser desligado permanentemente, mas é otimista ao declarar que espera produzir outro robô que tenha sucesso aonde este falhou. “Esse foi apenas um pequeno contratempo. Tenho plena fé que um diz viveremos lado a lado com eles, e que até possamos amar e ser amados por robôs”, disse.
www.geek.com.br"
É UMA PIADA???????????? Alguém perdeu tempo programando uma psycho sapa?
Postado por Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br em 09/03/2009 10:51
Blog: Notícias
adicionar comentário Comment
Máquina abraçava sua vítima repetidamente, enquanto se declarava com sons estranhos
Por Stella Dauer
Um robô programado para simular emoções humanas agiu fora do normal após passar um dia com uma pesquisadora e tentar evitar que ela fosse embora, bloqueando a porta de passagem e exigindo abraços.
Kenji, um robô da Robotic Akimu, empresa ligada à Toshiba, foi programado para emular todo tipo de emoção humana, inclusive o amor. Após uma assistente de pesquisa passar vários dias com o robô para estudar seu comportamento e instalar novas rotinas de aplicativos, este acabou perdendo o controle de si. Em um desses dias, quando a mulher tentou ir embora, se surpreendeu ao encontrar Kenji na porta que dava passagem para a saída. Além de se recusar a desbloquear a passagem, o robô começou a abraçar a assistente de pesquisa repetidamente.
A mulher só pode sair após pedir socorro por telefone a outros membros da equipe que estavam fora da sala. Eles conseguiram desligar o robô pelas suas costas e só então o sufoco passou. O site CrunchGear relata que, além dos abraços, Kenji expressava seu amor pela vítima com barulhos animalescos.
De acordo com o site Geekologie o Dr. Takahashi, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, anunciou que Kenji deve ser desligado permanentemente, mas é otimista ao declarar que espera produzir outro robô que tenha sucesso aonde este falhou. “Esse foi apenas um pequeno contratempo. Tenho plena fé que um diz viveremos lado a lado com eles, e que até possamos amar e ser amados por robôs”, disse.
www.geek.com.br"
É UMA PIADA???????????? Alguém perdeu tempo programando uma psycho sapa?
Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009
Terça-feira, Fevereiro 17, 2009
WTF?
Terça-feira, Janeiro 13, 2009
Terça-feira, Janeiro 06, 2009
CLOSET
43
Elas andam pela rua abraçadas. Melissa completamente louca imagina que elas estão juntas há 47 anos, velhinhas, por isso andam devagar e estão indo comprar croissants. Que tipo de coisa elas conversariam?
- Margarida morreu.
- A vizinha ou a planta?
- A planta. Eu esqueci de molhar.
- Você sempre esquece tudo.
- Molhar as plantas, passar na lavanderia, arroz na geladeira, a rede na rua quando chove. Como você não esquece de nada?
- Não sei. Deve ser porque eu como brócolis.
- Que nojo. Sabe o que eu esqueci outro dia e não tive coragem de contar?
- O que?
- De dar comida pra peixa. Ela morreu. Aí eu comprei outra igual pra você não descobrir.
- Aquela não é a Rebecca?
- Não.
- Meu deus.
- Desculpa.
- Eu te amo.
Mas daí, de verdade, fora da cabeça de Melissa, Ali fala:
- Todo mundo fica olhando pra gente porque estamos abraçadas na rua.
- Não é por isso, Ali.
- É por que?
- Seu joelho.
Ali baixa a cabeça e só agora se dá conta que continua com o strap-on on.
- Ai caralho!
- Isso.
Quando mais ela tenta tirar aquilo rápido mais se enrola nas correias e acaba protagonizando momentos memoráveis para os passantes. Melissa não ajuda, não se mexe, está robô, e quando Ali consegue finalmente se desvencilhar do treco e enfiar na bolsa, as duas estão frente a frente, cara a cara, se olhando e com preguiça de perguntar e explicar como foram parar naquela situação surreal. Melissa fala:
- Vamos comprar croissants.
- Vamos.
Com os lanches e cafés vão pro carro. Comem, reclinam o banco e dão as mãos.
- Vamos pra Itália?
- Quando?
- Agora.
- Vamos.
- Já estou com ódio desse avião, não chega nunca.
- Deita no meu colo que eu faço um cafuné.
- Assim eu poderia ir pra qualquer lugar, mesmo um ridiculamente longe. Tipo Austrália.
- Milão é agitado né?
- Você fica bem de Marni.
- Mas cansei de fazer compras, vamos alugar um carro e ir pra costa.
- Onde você tá?
- Nadando em Corniglia.
- E eu vendo de cima daquelas pedras enormes. Toma cuidado.
- Vem nadar também.
- Acabei de comer.
- Mas é comida imaginária, não tem problema.
- Tchibum.
- Eu gosto de sentir o seu corpo dentro d’água.
- Desliza.
- Desliza. Você é corajosa de fazer topless.
- Todo mundo faz. E... Ó...
- Não!
- Agora você também.
- Você vai perder meu biquíni.
- Já perdi.
- Como eu vou sair do mar?
- Nua.
- Não posso!
- Muito pudica pra quem atravessou a cidade com uma cinta-pau por cima da calça.
- Eu tô beijando você pra ver se você cala a boca.
- E eu tô abraçando você com os braços e as pernas.
- Sentindo seu corpo no meu.
- Eu me aperto contra você. Colca suas mãos por trás e me puxa.
- Assim?
- Assim.
- Aqui?
- Desce.
- Meus dedos entram pelo seu biquíni.
- Eu estou pedindo.
- Você tá molhada.
- Eu tô no mar.
- É diferente de água.
- Escorrega.
- Escorrega. Pra dentro.
- Você tá me comendo.
- É bom?
- Mais dedos.
- Assim?
- Mais.
- Eu quero entrar inteira.
- Entra.
- Com força.
- Ah!
- Comer você.
- Me come!
- Entrando de novo. De novo.
- Eu vou gozar...
- Me beija e goza na minha mão e na minha boca.
- ...
- ...
- Eu gozei.
- Eu gozei de comer você.
- Eu adoro a Itália.
Melissa salta sobre Ali e arranca sua roupa – a roupa das duas – com beijos-mordidas. A cabeça bate no teto, os cotovelos nas janelas, os joelhos no freio de mão, os pés no console, a mão esquerda revira a bolsa da outra, pega algo cheio de tiras de couro, segura uma perna de Ali, a outra, puxa as tiras, ajusta, as duas não param de se olhar – olhar nos olhos pode ser um pouco embaraçoso nas primeiras vezes de um casal mas elas não têm coragem de olhar pra baixo. E então Melissa estende um braço entre as duas e guia o pau para dentro dela, fecha os olhos e geme. Ali tenta não fechar os olhos e acha que vai morrer. Melissa que vai explodir. Uma fodendo o strap-on cada vez mais rápido e fundo. A outra tentando controlar aquela sensação inexplicável, sentindo também a borracha esfregando em si mesma, se perguntando onde esteve nos últimos 32 anos.
Elas gozam uma de ver a outra de comer a uma de dar pra outra depois de quase destruir todo o carro por dentro.
43
Elas andam pela rua abraçadas. Melissa completamente louca imagina que elas estão juntas há 47 anos, velhinhas, por isso andam devagar e estão indo comprar croissants. Que tipo de coisa elas conversariam?
- Margarida morreu.
- A vizinha ou a planta?
- A planta. Eu esqueci de molhar.
- Você sempre esquece tudo.
- Molhar as plantas, passar na lavanderia, arroz na geladeira, a rede na rua quando chove. Como você não esquece de nada?
- Não sei. Deve ser porque eu como brócolis.
- Que nojo. Sabe o que eu esqueci outro dia e não tive coragem de contar?
- O que?
- De dar comida pra peixa. Ela morreu. Aí eu comprei outra igual pra você não descobrir.
- Aquela não é a Rebecca?
- Não.
- Meu deus.
- Desculpa.
- Eu te amo.
Mas daí, de verdade, fora da cabeça de Melissa, Ali fala:
- Todo mundo fica olhando pra gente porque estamos abraçadas na rua.
- Não é por isso, Ali.
- É por que?
- Seu joelho.
Ali baixa a cabeça e só agora se dá conta que continua com o strap-on on.
- Ai caralho!
- Isso.
Quando mais ela tenta tirar aquilo rápido mais se enrola nas correias e acaba protagonizando momentos memoráveis para os passantes. Melissa não ajuda, não se mexe, está robô, e quando Ali consegue finalmente se desvencilhar do treco e enfiar na bolsa, as duas estão frente a frente, cara a cara, se olhando e com preguiça de perguntar e explicar como foram parar naquela situação surreal. Melissa fala:
- Vamos comprar croissants.
- Vamos.
Com os lanches e cafés vão pro carro. Comem, reclinam o banco e dão as mãos.
- Vamos pra Itália?
- Quando?
- Agora.
- Vamos.
- Já estou com ódio desse avião, não chega nunca.
- Deita no meu colo que eu faço um cafuné.
- Assim eu poderia ir pra qualquer lugar, mesmo um ridiculamente longe. Tipo Austrália.
- Milão é agitado né?
- Você fica bem de Marni.
- Mas cansei de fazer compras, vamos alugar um carro e ir pra costa.
- Onde você tá?
- Nadando em Corniglia.
- E eu vendo de cima daquelas pedras enormes. Toma cuidado.
- Vem nadar também.
- Acabei de comer.
- Mas é comida imaginária, não tem problema.
- Tchibum.
- Eu gosto de sentir o seu corpo dentro d’água.
- Desliza.
- Desliza. Você é corajosa de fazer topless.
- Todo mundo faz. E... Ó...
- Não!
- Agora você também.
- Você vai perder meu biquíni.
- Já perdi.
- Como eu vou sair do mar?
- Nua.
- Não posso!
- Muito pudica pra quem atravessou a cidade com uma cinta-pau por cima da calça.
- Eu tô beijando você pra ver se você cala a boca.
- E eu tô abraçando você com os braços e as pernas.
- Sentindo seu corpo no meu.
- Eu me aperto contra você. Colca suas mãos por trás e me puxa.
- Assim?
- Assim.
- Aqui?
- Desce.
- Meus dedos entram pelo seu biquíni.
- Eu estou pedindo.
- Você tá molhada.
- Eu tô no mar.
- É diferente de água.
- Escorrega.
- Escorrega. Pra dentro.
- Você tá me comendo.
- É bom?
- Mais dedos.
- Assim?
- Mais.
- Eu quero entrar inteira.
- Entra.
- Com força.
- Ah!
- Comer você.
- Me come!
- Entrando de novo. De novo.
- Eu vou gozar...
- Me beija e goza na minha mão e na minha boca.
- ...
- ...
- Eu gozei.
- Eu gozei de comer você.
- Eu adoro a Itália.
Melissa salta sobre Ali e arranca sua roupa – a roupa das duas – com beijos-mordidas. A cabeça bate no teto, os cotovelos nas janelas, os joelhos no freio de mão, os pés no console, a mão esquerda revira a bolsa da outra, pega algo cheio de tiras de couro, segura uma perna de Ali, a outra, puxa as tiras, ajusta, as duas não param de se olhar – olhar nos olhos pode ser um pouco embaraçoso nas primeiras vezes de um casal mas elas não têm coragem de olhar pra baixo. E então Melissa estende um braço entre as duas e guia o pau para dentro dela, fecha os olhos e geme. Ali tenta não fechar os olhos e acha que vai morrer. Melissa que vai explodir. Uma fodendo o strap-on cada vez mais rápido e fundo. A outra tentando controlar aquela sensação inexplicável, sentindo também a borracha esfregando em si mesma, se perguntando onde esteve nos últimos 32 anos.
Elas gozam uma de ver a outra de comer a uma de dar pra outra depois de quase destruir todo o carro por dentro.
Domingo, Janeiro 04, 2009
Da pesquisa sobre mulheres que se destacaram este ano, publicada num site nojentinho:
"Na categoria "Música", nenhuma outra grande surpresa. Ana Carolina, que em 2008 percorreu diversas cidades do país para divulgar seu DVD “Multishow ao vivo – Ana Carolina: Dois Quartos”, recebeu 48% dos votos. A dupla Zélia Duncan e Simone ficou em segundo lugar (25,3%), as norte-americanas do Uh Huh Her em terceiro (15,3%), Adriana Calcanhotto em quarto (9%) e, finalmente, JD Samson, ex-Le Tigre, em quinto (2,3%)."
vao tudo tomar no cu.
"Na categoria "Música", nenhuma outra grande surpresa. Ana Carolina, que em 2008 percorreu diversas cidades do país para divulgar seu DVD “Multishow ao vivo – Ana Carolina: Dois Quartos”, recebeu 48% dos votos. A dupla Zélia Duncan e Simone ficou em segundo lugar (25,3%), as norte-americanas do Uh Huh Her em terceiro (15,3%), Adriana Calcanhotto em quarto (9%) e, finalmente, JD Samson, ex-Le Tigre, em quinto (2,3%)."
vao tudo tomar no cu.



